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Taxa de mortalidade infantil cresce e governos não criam ações para combater esse caos

18/07/2018 0

Taxa de mortalidade infantil cresce e governos não criam ações para combater esse caos

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O deputado estadual Raul Marcelo, em pronunciamento nesta quarta-feira (18) na Assembleia Legislativa de SP (Alesp), expôs dados alarmantes a respeito do aumento na taxa de mortalidade infantil.

 

Segundo dados do Ministério da Saúde, do governo federal, pela primeira vez desde 1990, houve crescimento na percentagem de mortalidade infantil do Brasil em 2016, e a tendência é que o índice de 2017 também se mantenha acima do registrado em 2015.

 

Já São Paulo teve em 2016 a quinta menor taxa de mortalidade infantil do País (11,09). Porém também figura entre os que interromperam a tendência de queda: alta de 2,7%, contra a redução média anual de 4,1% entre 1991 e 2015.

 

“É mais uma herança deixada por Alckmin e o PSDB para o Estado de São Paulo. Para 2019, o governo paulista propôs elevar de R$ 15 bilhões atuais para R$ 23 bilhões, ou seja, aumentar em R$ 8 bilhões as renúncias fiscais”, criticou. “Se houvesse transparência e responsabilidade nas desonerações do ICMS para determinados setores da economia paulista, teríamos mais poder de investimento no que diz respeito a gestantes e à primeira infância”, completou.

 

Outros dados alarmantes

 

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, em 16 de julho deste ano, no Brasil, a taxa de mortalidade de 2016 ficou em 14 óbitos infantis a cada mil nascimentos, um aumento próximo de 5% sobre o ano anterior, retomando índices similares aos dos anos 2014 e 2013.

 

De acordo com relatório do Unicef, entre 2015 e 2016 na América Latina a taxa ficou estacionada em 18 óbitos infantis por mil nascimentos. No mundo a tendência de redução se manteve —de 42 para 41.

 

Para 2017, a previsão no Brasil é que a taxa fique, no mínimo, em 13,6 (contra 13,3 de 2015), mas os números oficiais ainda não estão fechados.

 


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